Janete Flores, que faz aniversário amanhã (05/10), foi a responsável por fazer o post de hoje existir. Explico: conheci tal mulher (componente do grupo que compôs algumas das músicas do mesmo), em uma noite em uma casa aqui em Pelotas, chamada de: "A casa do Joquim" (muito bom o local). Eu deveria "falar" isso? Não, mas já "falei", agora já está "dito". A grandiosa Janete, com o seu violão alado, sua voz suave, e suas composições criativas, com letras cotidianas e poéticas, mesmo que "nada rime com nada",(como ela mesma diz), me tocou no sentido mais puro que eu poderia descrever, (isso tá ficando gay). Canções como: Mandamandela, com a parte em que ela canta: "É de vinho doce" (como se estivesse saboreando tal bebida); Nó de Marinheiro, tocada com toda a leveza de sua musicalidade, ou calmamente quase falada como: "o vinil que ele trouxe de
“Hollanda”...
Iolanda lhe partiu de vez....", (essa que pra mim é a melhor letra do grupo), e ainda tem O samba sem pressa, demonstrando toda a sua tranquilidade para com a música. Vocês devem pensar: "Novas Bossas Novas é um projeto solo da Janete?". Não. Isso se deve ao fato de que existem mais dois músicos ao lado dela, e não menos importantes: Fabrício Tavares e Tato Ribeiro. Que se unem em um "trio parada dura" (que clichê delicioso de usar). Acham que eles não compõem? Enganam-se! (ou eu que me enganei). Mas o que eu tenho certeza, pois ouvi, é de que eles cantam algumas canções que Flores não canta, demonstrando uma outra suavidade em suas vozes coradas. Com letras precisamente metafóricas e repletas de plasticidade, os dois deixam Janete, descansar a voz de um modo contente. Em Mover a perna e Ovas nossas bossas isso fica claro.
http://www.myspace.com/novasbossasnovas
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ResponderExcluirFico de cá quase sem verbo!
Fico de cá muito nutrida...
Gracias pelo carinho...
Janete Flores