Alguém já viu uma banda de Curitiba despontar, por ser diferenciada? Agora verão: Charme Chulo é o nome dela. Definido por muitos como rock caipira, por possuir um violeiro. Sim, existe um membro do grupo que toca viola, no meio do baixo e bateria que a banda nos traz. Olhando a foto, já percebemos que eles parecem prezar o estilo caipira. Influenciados por Almir Sater e um rock dos anos 80, segundo eles próprios, o Charme Chulo mistura, até no nome, o Charme do rock, com o Chulo da música caipira. Segundo um dos fundadores do grupo, a nomeação é um contraponto, o que eles buscam na música. E suas letras são bem construídas. Querem mais? Vejam esse clipe:quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Charme Chulo
Alguém já viu uma banda de Curitiba despontar, por ser diferenciada? Agora verão: Charme Chulo é o nome dela. Definido por muitos como rock caipira, por possuir um violeiro. Sim, existe um membro do grupo que toca viola, no meio do baixo e bateria que a banda nos traz. Olhando a foto, já percebemos que eles parecem prezar o estilo caipira. Influenciados por Almir Sater e um rock dos anos 80, segundo eles próprios, o Charme Chulo mistura, até no nome, o Charme do rock, com o Chulo da música caipira. Segundo um dos fundadores do grupo, a nomeação é um contraponto, o que eles buscam na música. E suas letras são bem construídas. Querem mais? Vejam esse clipe:domingo, 23 de agosto de 2009
Mombojó
Nadadenovo, é o que aparece como o nome do primeiro disco de tal banda pernambucana. Mas isso é apenas uma das qualidades do grupo: humildade. Já nesse mesmo álbum, a novidade vem em cheio, e bem saborosa. Saborosa, o nome de uma de suas canções, só que essa aparece no segundo cd deles, denominado "Homem-Espuma", que também é o nome de uma faixa desse mesmo disco compactado. Nessa última música, é declarado: "O homem é como a espuma do mar, que navega pela superfície das águas. E quando o vento sopra, ela desaparecerá, assim são nossas vidas, quando se são vividas.". Voltando ao Nadadenovo, que ouço neste momento, eu poderia passar a noite falando sobre cada música, os seus arranjos e suas letras, mas isso não seria tão interessante quanto escutá-las. Definir Mombojó? É tão simples, como definir o próprio nome, procurem no dicionário se quiserem não encontrar. Afinal, uma banda tão criativa não poderia ter um nome menos criativo do que esse. "Eu já caí, já tô no chão", é o que é dito no começo de "Merda", palavra essa que eu não consigo relacionar com a banda, a não ser pela nomeação da canção. "Deixe-se acreditar, nada vai acontecer, tudo pode ser, nada vai acontecer, não tema, esse é o reino da alegria" é o que ouve-se em "Deixe-se acreditar". E uma música com o nome de Faaca, esperam? Com um refrão intimidador: "Eu quero ver você dançar encima de uma faca molhada de sangue, enfiada no meu coração". E quanto às palavras ditas em "Adelaide": "O que eu entendo por ser meu, é tudo o que eu posso te dar; o meu amor. Mas primeiro eu preciso saber se você vai gostar"? Preciso falar sobre o segundo disco? Ouça...quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Ceticências

Uma grande banda de um só membro. Isso me lembra algo bem conhecido por mim. A diferença é que essa de hoje é instrumental. Guitarra? Baixo? Bateria? Violão? Saxofone? Trompete? Trombone? Gaita? Não, tudo "eletrônico". Sons futuristas, interplanetários ou até mesmo intergalácticos. Ou simplesmente, "Ambiente", como é classificado no myspace de tal banda de um só membro. "Hip-no-isys" é o nome do álbum virtual do trabalho solo (se é solitário eu não sei) e também o nome do "som" mais longo posto no "tramavirtual" . Agora muitos devem se perguntar: "Por que ceticências, e não reticências?". A resposta pra tal pergunta é ouvir os sons transcendentais e ...
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Móveis Coloniais de Acaju
Largando um pouco a vontade de escutar "trabalhos solos", me deparei esses tempos com tal banda que na foto se encontra bem à vontade. Agora veja que mudança: de Lulina e Tiê que são considerados calmos por mim, pra Móveis Coloniais de Acaju. Definido pelo próprio grupo como "Feijoada Búlgara", e por muitos como "Ska", a big band lançou o seu segundo disco esse ano. Foi esse mesmo que eu ouvi e vi pela internet (afinal, hoje em dia a internet mastiga cds e dvds só com um site, nem preciso dizer o nome do mesmo). Com letras bem feitas e diferenciadas, o grupo de, segundo a revista online mais acessada, 10 membros é de Brasília, a grande capital do país, que suporta grandes artistas por lá (a palavra "suporta" pode ser analisada em todos os sentidos possíveis). "Criadora" da Legião Urbana, tal cidade merece destaque em fecundar tal atrativo musical bastante animado. Se quiserem saber mais, procurem na máquina de achar endereços: Google. Mas pra não precisarem sair daqui, aí vai uma música do último disco deles.segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Tiê
Bastante popular atualmente, representando a música calma, com a voz, o violão ou um teclado pra acompanhar e letras intimistas, que segundo ela, possuem um tom confessional. Filha de uma hippie e com o nome de um pássaro, a cantora,violonista,tecladista e compositora (isso até onde sabemos,pois ela pode ainda ser mais...) Tiê, não muito nova para a carreira e também nenhum pouco velha, me enfeitiçou (ou melhor, enfeitiçou os meus olhos com tamanha beleza pura) de uma forma única. Daquelas que recebe recados todos os dias com pelo menos um dizendo: "quer casar comigo?". Bom, mas continuando com a sua musicalidade, e deixando de lado a sua beleza (o que na realidade é impossível), tal post de hoje entra no mundo (no bom sentido) desse pássaro cantador, e voa com ele até as árvores mais longíquas deste universo musical atual. Ainda tem mais sobre ela, vejam só, além de ser uma estonteante cantora, tal mulher, criada ouvindo Tom Waits e Leonard Cohen, ou melhor, inspirada pelos mesmos ao lavar a louça, canta em francês, o que a torna mais (conteúdo impróprio para menores).domingo, 16 de agosto de 2009
Lulina
Bueno, pra começar mais um blog com o mesmo pseudônimo que tanto tenho postado no cinepoemaprosa, não o farei da mesma forma, apesar de possuir o mesmo apelido. Isso porque a música é a outra parte que anda pendurada no meu coração, ou a outra parte que envolve o mesmo quando o assunto é arte, a boa e velha música, que se propaga por todo neste vasto mundo, criando músicos como a da foto. O nome dela é o nome do título do post, e daqui pra frente será com a nomeação das bandas ou músicos que os textos irão ficar. Conheci tal musicista há uns dois anos, quando eu viajava por sites musicais independentes tentando encontrar um novo "gosto" pros meus ouvidos. O encontro foi surpreendente, no melhor sentido possível da palavra. Com a sua canção tranquila, me lembrando Pato Fu e a própria voz me lembrando Fernanda Takai, Lulina, a alternativa, me encantou de uma maneira fora do comum. Até porque o seu som expresso em melodias é diferenciado. Hoje, quase dois anos após ter conhecido ela, me lembrei de suas músicas, e do seu modo intimista e tranquilo de cantar. Tentei procurar por tudo, pois não lembrava do seu nome. Tentei: Lua,Lula,Luah,Lia, até que achei o seu verdadeiro nome em um site quando a minha esperança ainda estava bem acesa. Lulina poderia ser uma ufóloga... entenda entrando nesse site, que suporta algumas músicas dela: http://tramavirtual.uol.com.br/artista.jsp?id=6754
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