domingo, 23 de agosto de 2009

Mombojó

Nadadenovo, é o que aparece como o nome do primeiro disco de tal banda pernambucana. Mas isso é apenas uma das qualidades do grupo: humildade. Já nesse mesmo álbum, a novidade vem em cheio, e bem saborosa. Saborosa, o nome de uma de suas canções, só que essa aparece no segundo cd deles, denominado "Homem-Espuma", que também é o nome de uma faixa desse mesmo disco compactado. Nessa última música, é declarado: "O homem é como a espuma do mar, que navega pela superfície das águas. E quando o vento sopra, ela desaparecerá, assim são nossas vidas, quando se são vividas.". Voltando ao Nadadenovo, que ouço neste momento, eu poderia passar a noite falando sobre cada música, os seus arranjos e suas letras, mas isso não seria tão interessante quanto escutá-las. Definir Mombojó? É tão simples, como definir o próprio nome, procurem no dicionário se quiserem não encontrar. Afinal, uma banda tão criativa não poderia ter um nome menos criativo do que esse. "Eu já caí, já tô no chão", é o que é dito no começo de "Merda", palavra essa que eu não consigo relacionar com a banda, a não ser pela nomeação da canção. "Deixe-se acreditar, nada vai acontecer, tudo pode ser, nada vai acontecer, não tema, esse é o reino da alegria" é o que ouve-se em "Deixe-se acreditar". E uma música com o nome de Faaca, esperam? Com um refrão intimidador: "Eu quero ver você dançar encima de uma faca molhada de sangue, enfiada no meu coração". E quanto às palavras ditas em "Adelaide": "O que eu entendo por ser meu, é tudo o que eu posso te dar; o meu amor. Mas primeiro eu preciso saber se você vai gostar"? Preciso falar sobre o segundo disco? Ouça...

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